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O
Barbeiro de Sevilha é uma ópera cômica
passada no século XVII. A trama traz a figura de um
barbeiro muito extrovertido, criativo e dinâmico, que
foge aos padrões dos barbeiros de nosso século.
Aquele, além de barbeiro, era veterinário, farmacêutico
e cirurgião. Com a versatilidade e o jeito de ser -
boêmio, amigo, arranjador de casamentos e sobretudo
obstinado por dinheiro - Fígaro conquistou a todos
na cidade.
A
história de amor se passa entre Rosina e Conde de Almaviva.
Rosina era priosioneira do velho Dr. Bartolo, seu tutor que,
além da idade avançadíssima (100 anos),
só queria casar com ela para ficar com sua fortuna.
Alamaviva aparece em cena, fazendo-se passar por Lindoro (um
rapaz humilde) apaixonado pela moça e logo pede ajuda
a Fígaro para falar com ela.
Várias
tramas acontecem a cada cortina que se abre e fecha, mas,
no final, tudo acaba dando certo. Rosina e Almaviva, juntos,
após muitos desencontros, se libertam das garras de
Dr. Bartolo e dos truques de Dom Basílio, o casamenteiro.
O mundo imaginário a que a ópera nos levou,
vivendo e sentindo as mesmas alegrias e emoções,
arquitetando os mesmos planos, conquistando os mesmos ideais,
incorporando esses personagens, nos fizeram perceber o real
significado dessa arte.
É
com imenso prazer e cheios de orgulho, que apresentamos a
vocês o fruto do nosso trabalho, com os encantadores
personagens desse diálogo cantado e fascinante.
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